Esclerose Múltipla tem cura?

A esclerose múltipla: doença que ainda não tem cura, seus possíveis sintomas, tratamento médico, fisioterapico e apoio da família.

Nervos.A esclerose múltipla é uma doença inflamatória que não tem cura e é muito invasiva. Atinge fibras nervosas que permitem ao cérebro transmitir seus comandos às várias partes do corpo e pode ser de relativa benignidade até a incapacitante. Não tem nenhuma relação com o processo de envelhecimento com possível perda de memória ou outras limitações, sendo o termo “esclerosado”, inadequado. Acomete pessoas na faixa de 20 a 40 anos, sendo a média maior nos 30 anos. Pessoas idosas raramente sofrerão dessa doença.

Sintomas

Modelo australiana.Inicialmente a pessoa apresenta visão dupla ou turva, distorção das cores vermelha e verde ou até cegueira num dos olhos.
Pode apresentar fadiga intensa e fraqueza muscular nas extremidades, comprometendo a coordenação e o equilíbrio, prejudicando a caminhada e ficar de pé.
Em casos mais agudos a doença produz a paralisia parcial ou completa.
Outros sintomas: perda de memória, depressão, dificuldade em falar e deglutir, dormências, mudanças de humor, queimações, formigamentos, tremores, tonturas e dores articulares.

                       

Tratamento

Sessão de fisioterapiaMuitas pessoas suportam bem sem medicamento, que podem apresentar sérios efeitos colaterais. Outras medidas podem ser os exercícios físicos como a caminhada, a hidroginástica e a fisioterapia, que podem preservar as funções do corpo.
Embora os esteróides não influenciem no decurso da esclerose múltipla, podem reduzir a duração e a gravidade dos ataques em alguns pacientes. Os espasmos musculares geralmente podem ser tratados com medicamentos específicos para o caso. A alimentação também deve ser vista com cuidado através de dieta equilibrada.

Prognóstico

O médico, às vezes, não consegue, mesmo com os sintomas, diagnosticar de imediato a doença, atrasando o devido tratamento. Para grande parte das pessoas a doença é de forma moderada. Nos casos mais graves pode deixar o indivíduo incapacitado para falar, escrever ou andar.

O apoio familiar ajuda a manter uma vida quase normal e a saúde mental em melhores condições.

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Adeni
13/02/12


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