Ossos de vidro tem cura?

A doença dos ossos de vidro é um problema raro e hereditário que causa fragilidade nos ossos provocando fraturas e deformações.

médico observando radiografiaA doença dos ossos de vidro é conhecida cientificamente como osteogênese imperfeita. É uma doença de origem genética e muito rara que provoca dificuldade na produção de colágeno. A osteogênese tem fácil detecção, pois se manifesta logo na infância. Para quem possui a doença, movimentos bruscos, quedas ou acidentes geralmente provocam fratura e isso acaba trazendo uma terrível consequência que é o encurvamento dos ossos longos, principalmente na região da coluna, braços e pernas.

Tem cura?

É uma doença com cura recente, baseada em estudos com os medicamentos compostos de bisfosfonatos e calcitonina, que ajudam a realizar a reabsorção óssea. Fisioterapia intensiva, alimentação natural e saudável, prática de exercícios físicos de baixo impacto e evitar a ingestão de alimentos gordurosos e ricos em cafeína são cuidados indicados para diminuir os riscos e complicações da doença.

                       

ursinho com braço quebrado

Manifestações

A doença se manifesta com fraturas, esclerótica azulada, deficiência auditiva, compressão dos pulmões, compressão do coração, sudorese excessiva, fragilidade muscular, formato de rosto triangular, dificuldade para se movimentar e locomover e dentes acinzentados. As fraturas acontecem com facilidade na infância e identificação tardia pode fazer com que a doença torne-se agravada pelo encurvamento dos ossos.

Tipos da doença

A osteogênese imperfeita possui 4 classificações:

Tipo I – apresenta poucas fraturas e deformações em ossos longos;

Tipo II – a fragilidade provoca a morte logo após o nascimento, sendo este considerado o tipo mais grave da doença;

Tipo III – apresenta deformação leve ou moderada do formato do rosto, deformidade e fratura nos ossos longos e baixa estatura;

Tipo IV – apresenta características heterogêneas da doença, sendo necessário o tratamento.

Para o sucesso no tratamento recomendação é que pais fiquem atentos ao comportamento dos filhos e que não dispense a visita regular ao médico pediatra.

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Thaís
11/10/11



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