Sono depois do almoço

Comprovado: A famosa sesta ajuda e muito no desempenho dos funcionários de uma empresa. Aqui, mais sobre as vantagens do sono após o almoço.

Sono durante o trabalhoO hábito de se dormir depois do almoço, também chamado de sesta, é cada vez mais utilizado pelas empresas, na intenção de melhorar o rendimento de seus funcionários. Tal costume já é solidificado na Europa, e no Brasil já não é mais raro encontrarmos lugares criados por empresas para que seus funcionários cochilem após as refeições.

Já se comprovou que passar a noite acordado reduz nossa capacidade cerebral em até 40% no dia seguinte. Isso acontece porque, depois de certo tempo ligado, nosso cérebro começa a economizar energia trabalhando em menores frequências. Tal ação faz com que nosso desempenho em atividades que requerem raciocínio rápido ou uso da memória caia muito. Quando se passa um período de 4 horas trabalhando, por exemplo, o cérebro ainda tem capacidade de funcionar por mais tempo, mas esse funcionamento fica comprometido por esse mecanismo de diminuição de frequência.

                       

RaftingRecentemente, um estudo da universidade californiana de Berkeley confirmou a ideia de que uma hora de sono, principalmente em algum tempo após as refeições, aumenta bastante a capacidade de armazenamento na memória e assimilação de ideias.

Nessa pesquisa, os cientistas tomaram como base um grupo de 40 adultos considerados saudáveis. O grupo foi dividido em dois grupos, e 20 dormiam após almoçar, enquanto 20 não. Durante um dia, essas pessoas foram expostas a atividades que demandam o uso do hipocampo (região cerebral responsável pela memória). Ao meio-dia, antes de almoçar, os resultados dos testes não foram diferentes o suficiente de um grupo para o outro, e foi considerado empate.
Dormindo na escolaApós o almoço, às duas da tarde, os membros de um dos dois grupos dormiram por 90 minutos e, após isso, todas as pessoas de ambos os “times” foram submetidas ao teste. Surpreendentemente, o grupo que havia dormido teve um desempenho quase 100% melhor nos exercícios do que o grupo que permaneceu acordado.
Matthew Walker, professor de psicologia da Universidade de Berkeley e responsável por essa pesquisa, tem ainda outra teoria interessante: a de que a perda da capacidade de aprendizado nas pessoas mais velhas tem a ver com a diminuição de nossas horas de sono, conforme atingimos idades mais avançadas.

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Amoedo
27/07/11



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